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Compliance em Startups - Será?

Compliance em Startups - Será?

Compliance em Startups - Será?

            Startup e Compliance podem ser consideradas as “palavras do momento” no cenário empresarial atual, mas poucas pessoas têm ciência de suas definições e ao que, de fato, ambos os termos se referem.

            Sobre Compliance já falamos há algum tempo em nosso Blog, trata-se de termo que advém do verbo inglês “to comply with”, cuja tradução mais precisa seria “adequar-se a” ou “cumprir com”. Neste sentido, Programas de Compliance, têm por finalidade a adequação das empresas a todas as leis, normas e regulamentos internos e externos a que ela esteja exposta, mitigando os riscos que uma eventual não adequação poderia acarretar.

            Startup é um termo que teve origem no início da década de 1990 com o surgimento das “empresas .com” e faz referência a empresas com algumas características próprias, a saber: estágio inicial de desenvolvimento, caracterizada por ausência de processos internos e organização, com perfil inovador ou disruptivo, isto é, seu objeto é a comercialização de algo novo (algo que não existia antes) ou disruptivo (algo que já existia, mas com melhorias tantas que sejam capazes de modificar o mercado em que estão inseridos – por exemplo: os aplicativos de viagem compartilhada que mudaram a forma que, antes de sua existência, a mobilidade urbana acontecia).

            Outra característica de uma Startup é o fato de que seu crescimento é escalável, isto é, a expansão do negócio ou aumento de ganhos independe de significativo investimento, dessa característica deflui outra, intimamente relacionada: a ausência de capital inicial robusto, o que, por vezes, prejudica a organização e estruturação da empresa, fato que pode acarretar sua não subsistência.

        Isso porque, por não contar com um capital inicial robusto, apenas com uma ideia inovadora ou disruptiva e aplicável, as startups, para crescerem e começarem a escalar, precisarão, cedo ou trade, de aportes de investimentos, os quais dependem de terceiros,que não seus idealizadores, que acreditem e visualizem potencial na ideia inovadora e disponham-se a aportar dinheiro para viabilizar a ideia, almejando um retorno financeiro em médio/longo prazo, caso a empresa venha a frutificar.

        O que ocorre é que, por vezes, por não contar com uma estruturação adequada, nem processos internos e organização mínimos, essas empresas podem não se tornar atrativas para esses investidores.

        A despeito de a ausência de organização e processos internos estruturados ser uma das características dessas empresas, temos que referida característica pode e deve ser revista, uma vez que com uma maior estruturação e organização elas passam a ser mais atraentes para os investidores, que conseguem vislumbrar uma maior segurança na hora de investir.

        Pensado nisso, o BCompliance, criou um produto inovador: o Compliance para Startups, trata-se de um Programa de Compliance para ser implementado nesse modelo de empresa em sua fase de constituição/concepção, para fazer com que a startup já nasça com uma estruturação mínima necessária, a qual, tornar-se-á mais robusta a medida que ela cresça e se desenvolva, tornando-a mais atrativa e aumentando a segurança de sua operação.

            Sabemos que qualquer empresa, em um estágio inicial de desenvolvimento sofre com a escassez de recursos, justamente por isso, antecipando as necessidades dos clientes e do mercado, desenvolvemos uma metodologia com critérios especiais de implementação do Programa de Compliance, cujos custos e estrutura envolvido são reduzidos, aplicando-se sob medida para as características, necessidades e dinamismo desse mercado.

            Nos contate e saiba mais.

            BCompliance – Tecnologia, Desenvolvimento e Inovação a serviço da Ética e da Integridade.

            Por: Beatriz Police

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